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CONCLUSÃO (CASO RORAIMA)

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Vae victis! Ai dos vencidos!

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Eloquente sentença latina significando que o vencido fica sempre à mercê do vencedor

País de índole cordial, todo afeito à bondade, o Brasil vem sendo há tempos empurrado para o caos institucional.

Apesar do sucesso de nossa agropecuária, o País vem conhecendo, ano após ano, uma perseguição inclemente ao direito de propriedade por parte das Autoridades. Direito este já relativizado em nossa Constituição, ao condicioná-lo a uma função social draconiana e mal definida e à possibilidade de desapropriação nos casos de tensão social, autêntica ou fabricada.

A partir de então, começaram a pipocar litígios artificialmente criados por máquinas azeitadas da esquerda católica ou leiga, culminando sempre com muita injustiça, feita a quem realmente trabalha no Brasil.

Tais injustiças, como acabamos de ver no caso de Roraima, destroem tradições, destroçam lares e desarticulam famílias de autênticos lavradores, assaltam propriedades, criam animosidades malfazejas. O brasileiro assiste assim a bonomia nacional ser substituída pela luta de classes, favorecida por leis iníquas e cruéis, inteiramente avessas às nossas raízes cristãs.

Enquanto nas classes dos proprietários muitos continuam a dormitar num incompreensível torpor, a esquerda — eclesiástica e leiga — espalha revolução e discórdia, em suma, o caos, pelos quatro cantos do País.

Junto a essa injustiça temos a denúncia de Plinio Corrêa de Oliveira, da existência de um plano arquitetado, dentro e fora do País, com vistas à internacionalização da Amazônia e à quebra de nossa soberania.

* * *

É impossível, a quem ainda tenha um resto pelo menos de retidão moral, ler tais depoimentos sem se condoer dessas pessoas injustiçadas e lançadas no desespero. Mas só condoer-se não basta. É preciso que o mundo inteiro tome conhecimento dessa realidade sombria que toma vulto no silêncio e na conspiração dos que desejam ver nosso País escravizado a ideologias de índole ecológico-socialistas. Tal é o objetivo que nos propusemos ao publicar esta reportagem, dando voz ao sofrido povo de Roraima. Somente uma indignação generalizada e proporcionada ao crime que está sendo cometido, poderá estancar esse processo de morte e destruição de nossa nacionalidade e de nossos valores cristãos. Roraima, Mato Grosso do Sul, Paraná, por todos os rincões de nosso interior é a mesma investida que vai tomando corpo. “Clama em alta voz, não cesses; faze soar a tua voz como a trombeta” (Isaías, 58,1).

Divulguemos esses fatos, façamos com que nossa indignação se faça ouvir junto aos que os podem impedir, exijamos que cessem, e peçamos a Nossa Senhora Aparecida, Rainha e Padroeira do Brasil, que ajude a todos os brasileiros ameaçados, e, ao mesmo tempo, vele pela soberania do Brasil e pelos valores de nossa civilização cristã como a tradição, a família e o sagrado direito de propriedade.

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