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TERRITÓRIO INDÍGENA… SEM ÍNDIOS!

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Estado virtual

1Outra pessoa entrevistada foi o Dr. Luís Valdemar Albrecht, advogado que atuou em defesa dos proprietários da Raposa/Serra do Sol. Segundo ele, um dos argumentos fortes contra o despejo dos arrozeiros foi o de que Roraima havia se transformado num Estado virtual: “Possuía povo, língua, mas não tinha território”.

Não havia índios na região

Para ele, “aquela demarcação não foi ato legal, nem fático, nem jurídico. Resolveu-se demarcá-la, passou-se por cima de todo mundo e se retirando à força as pessoas que lá viviam”. Gaúcho de Passo Fundo, Dr. Valdemar nos conta que na época alimentou os parlamentares de Brasília com informações, e que o laudo conclusivo produzido pelos deputados afirmou que a área pretendida pela União não era toda aquela. Até o Lindenberg Farias, do PT, autor do relatório, ficou convencido de que historicamente não havia índios na região.

“Tínhamos demonstrado — continua o advogado — com apontamentos do Marechal Rondon de que lá não havia índio, tanto que Rondon comprava gado dos fazendeiros ali estabelecidos para alimentar a comitiva dele. O depósito que era do Paulo César Quartiero era o ponto geográfico registrado no mapa do Brasil. No Caracaranã, onde o Brasil perdeu a região do Pirara para a Guiana, não havia referência a índios.

Entre os compromissos assumidos pela União constava que as pessoas despejadas da Raposa/Serra do Sol seriam alocadas em outras terras públicas. Para o Dr. Valdemar, “os produtores foram expulsos de modo traumático. Roraima perdeu da noite para o dia 15.000 hectares altamente produtivos. E não foi apenas naquela safra. Façamos as contas do prejuízo que isso representou e representa nesses últimos 10 anos”.

A produção dos arrozeiros ia da plantação à entrega nos supermercados de Boa Vista e de Manaus, pois “os produtores agregavam todos os valores e não havia atravessador. Era a única atividade econômica estruturada do Estado. De lá para cá, o que produzir? Onde produzir? Como produzir? Esbagaçaram a vida dos arrozeiros. A União nunca cumpriu os compromissos assumidos”.

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