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MÍDIA DE ESQUERDA E SÍNODO DA AMAZÔNIA: MÃO E CONTRAMÃO EM MATÉRIA DE INDIGENISMO

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djwjdif

A mídia nacional e internacional propagandeou a viagem do cacique Raoni por países europeus incluindo entrevista com o presidente francês Macron e uma visita ao papa Francisco. A mesma mídia não deixou de fazer propaganda anti-Brasil e anti-governo realçando que a viagem tem como objetivo fazer uma denúncia junto a entidades internacionais.

Quer a mídia de esquerda uma internacionalização da Amazônia, contra o Brasil?

A mídia se “esqueceu” de informar ao público se o cacique Raoni pediu audiência à Ministra da Agricultura ou solicitou um encontro com o presidente Bolsonaro para tratar das questões atinentes aos índios da reserva Xingu, antes de sua viagem propagandística à Europa.

    A finalidade da viagem de 3 semanas, segundo o site Terra, é arrecadar um milhão de euros. “Os fundos que Raoni pretende arrecadar devem ser usados para sinalizar melhor os limites da reserva do Xingu e comprar drones e equipamentos para vigiar a região e protegê-la contra incêndios, segundo a Foret Vierge, organização que Raoni preside de forma honorária”. 1

Estranha junção (ou contradição) de tecnologia avançada e costumes tribais

Quem vai operar esses equipamentos, perguntamos nós? ONGs internacionais? Que junção exótica de tecnologia avançada e costumes tribais! Nossa civilização é boa enquanto produz tecnologia de ponta? Nossa civilização é má enquanto produz o aprimoramento da da cultura, da ciência, da tecnologia?

     Foram precisamente a evangelização e civilização dos nossos índios (fazemos aqui homenagem ao Pe. Manoel da Nóbrega, ao Pe. José de Anchieta, aos incontáveis missionários que gastaram toda a sua vida em nossas selvas, que catequizaram, que civilizaram, que evitaram chacinas de tribos contra tribos), incorporando-os à Civilização que gerou o progresso na agricultura, na filmagem por drones, no monitoramento que o Cacique Raoni quer introduzir na reserva Xingu.

        Mas a mídia de esquerda, e o Sínodo da Amazônia, liderado pelo Cardeal D. Claudio Hummes (propulsor do PT, do ex-presidente Lula nas greves no ABC nos anos 80) usam também da tecnologia de ponta para pregar a fossilização dos índios em seus costumes tribais, desde que tenham celulares, antenas parabólicas, drones, viagens internacionais pagas e muita propaganda.

          O brasileiro tem uma privilegiada intuição para perceber essa contradição. Pior ainda é a contradição do Sínodo da Amazônia que vai contra o mandato de Nosso Senhor: “Ide, e evangelizai todos os povos”, batizando-os em nome do Padre, do Filho, e do Espírito Santo.

* * *

Dom Cláudio Hummes com Lula
Dom Cláudio Hummes com Lula

Temos, ao contrário, os exemplos de muitas outras etnias que procuram seu próprio desenvolvimento e aprimoramento recorrendo aos órgãos governamentais.

    “O Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar-MT) capacitou 15 índios da etnia Xavante para operação de tratores”. Os índios buscam conhecimento e aprendizado tecnológico para trabalhar na agricultura.

      “O jovem Mauro Jacinto, de 19 anos, gostou da experiência. Ele concluiu o ensino médio e sonha em fazer agronomia, para ajudar toda a reserva Sangradouro. “Para mim, é um grande caminho esse em que estou entrando. Vai agregar renda a minha comunidade”, diz”.

        O artigo de Pedro Silvestre, Poxoréu (estado de Mato Grosso – MT), 4 de junho comenta que o povo Xavante está “lutando para mudar o cenário para si e para as próximas gerações”.

       “Clever Cunico, instrutor de Operação de Máquinas do Senar-MT, está trabalhando pela primeira vez com o povo indígena e está bastante surpreso. “Eles fazem perguntas e estão realmente interessados em aprender”, afirma”.

“A entidade (Senar-MT) já tem mapeados outros cursos, segundo a mobilizadora Márcia Gonçalves. “Teremos uma tapa de colheitadeiras de grãos, manutenção e como colher. Também vamos ter um curso de semeadura com a plantadeira”, conta”.

       “Dados do último censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que só Mato Grosso possui 43 etnias indígenas e algumas delas já se destacam pela produção agrícola em larga escala. Os Xavante estão dispostos a seguir esse caminho na tentativa de fugir da miséria e construir um futuro diferente para as próximas gerações. “Nossa expectativa é que possamos produzir, vender e juntar os recursos necessários”, conta o professor Osvaldo Buruwé Marãdzuho”. 2

* * *

“O 1º Encontro Nacional do Grupo de Agricultores Indígenas, sem dúvida marca o inicio de uma nova realidade e autonomia para os índios da etnia Paresi.  Nesta safra de verão a área cultivada foi de aproximadamente 10 mil hectares, dividida entre soja (8,7 mil), milho (1.000 mil) e arroz  (300).

       “O resultado da produção dos agricultores indígenas foi apresentado durante o encontro, realizado em uma das unidades de produção da terra indígena Utiariti, no município de Campo Novo do Parecis”.

      “Nesta quarta-feira, dia 13, o encontro contou com a presença da ministra da Agricultura, Tereza Cristina, do ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles e do governador de do estado de Mato Grosso Mauro Mendes. Entidades que representam o setor produtivo no estado, também participaram.

          “De forma unânime, todos consideraram o momento histórico”. 3

* * *

Ministros do Meio Ambiente e da Agricultura com pareci
Ministros do Meio Ambiente e da Agricultura com pareci

Por que razão as ONGs indigenistas não divulgam esse “momento histórico?  D. Claudio Hummes, como Secretário do Sínodo da Amazônia, terá incorporado esses dados ao seu “dossier” para a reunião de outubro?

          À mídia de esquerda não convém dar realce às etnias que procuram os órgãos governamentais a fim de receberem aulas, tecnologia e apoio para seu próprio desenvolvimento.

*  *  *

Para defesas de tese, monografias, doutorados, artigos e estudos sobre a doutrina progressista indigenista (retomada pelo Sínodo da Amazônia, ONGs ambientalistas, pseudo indigenistas) recomendamos um estudo publicado em 1977 pelo Prof. Plinio Corrêa de Oliveira — e amplamente confirmado pelos fatos em 2019: “Tribalismo indígena, ideal comuno-missionário para o Brasil do século XXI”  https://www.pliniocorreadeoliveira.info/Tribalismo_indigena_197712_livro.htm#.XPj16lxKguU (download gratuito).

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